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Oito a cada dez consumidores desejam imóvel mais conectado com meio ambiente, informa pesquisa

Morar em uma casa com contato com o meio ambiente é um desejo recorrente. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) e Brain Inteligência Estratégica sobre a Jornada do Cliente, que ouviu 850 brasileiros que adquiriram imóveis em 2021.

Entre os entrevistados, 87% dos compradores disseram apreciar o imóvel mais arejado e com contato com o meio ambiente, ou seja, pelo menos oito a cada dez consumidores. Desse total, inclusive, 57% estaria disposto a pagar mais pelo contato com a natureza.

A gastrônoma Fátima Neila Quadros é um exemplo de consumidora que levou em consideração o contato com a natureza na decisão de compra da sua residência. Ela vive com seu marido há mais 5 meses no Florata Condomínio Florestal, a 30 minutos do centro de Goiânia, e diz que o casal ganhou vários benefícios com a nova casa.

“Após mudar para cá eu ganhei qualidade de vida, tempo para ler, estudar e mais momentos juntos com meu marido e minha família. Vejo que a natureza favoreceu muita coisa, pois aqui eu tenho tranquilidade, gosto em caminhar, em levantar cedo para tomar café na varanda, molhar a grama, cuidar do jardim”, comenta a moradora.

O casal morava no Jardim Goiás, em Goiânia. Inicialmente eles chegaram a montar um pequeno apartamento “na cidade” para ter uma base, mas nem precisou. “Meu marido, que é médico, gasta menos tempo para chegar em um de seus plantões, que fica em Campinas, do que gastava quando a gente morava no Jardim Goiás”, conta.

O Florata Condomínio Florestal teve sua primeira etapa lançada em em 2018 e teve as 191 unidades comercializadas em menos de seis meses. Márcia Mesquita, arquiteta da Biapó Urbanismo, empresa responsável pelo Florata Condomínio Florestal, relata que a empresa ficou impressionada com a receptividade do goianiense ao projeto, principalmente por ele ter sido definido por muitos como primeira moradia.

“Ele foi idealizado para ser um condomínio de segunda moradia, mas os proprietários estão adotando-o como primeira moradia porque ele é bem próximo da cidade e oferece o que as pessoas mais buscam atualmente: tranquilidade e contato com a natureza”, salienta Márcia Mesquita.

Veja a matéria completa do Segs.

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