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Áreas verdes em condomínios horizontais contribuem para preservação

A crise política e diplomática provocada pelas queimadas na Amazônia chamaram a atenção para uma inevitável mudança de postura em relação a preservação e recuperação dos biomas brasileiros, tanto por parte do poder público, quanto da sociedade. O cerrado, segundo maior bioma do Brasil, registrou um significativo aumento nas ocorrências de incêndio. De acordo com o  Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de 1 a 12 de setembro, o ecossistema sofreu com 37.055 pontos de queimada, crescimento de 45% em relação ao mesmo período em 2018. Em toda a região centro-oeste a quantidade de focos cresceu em 80%, entre 1 e 12 de setembro, saltando de 17.881 focos em 2018 para 32.190 neste ano.

Com os números alarmantes, algumas ações da iniciativa privada servem como exemplo para promover a preservação e recuperação desses ecossistemas, em especial do Cerrado. Na região metropolitana de Goiânia, uma construtora promove, nos três condomínios horizontais, que está construindo, o plantio de 11.402 espécies nativas do cerrado. Os empreendimentos, que estão em diferentes fases de construção, se localizam em Aparecida de Goiânia (ParqVille Pinheiros e Jacarandá) e em Trindade (Parqville Quaresmeira).

Para a manutenção das áreas verdes nos empreendimentos, a empresa possui, em todas as suas obras, viveiros onde são cultivadas plantas nativas do cerrado. De acordo com o engenheiro ambiental, que atua nos projetos da construtora, Lucas Santiago, o  reflorestamento vai além da questão estética. “Cada condomínio leva o nome de uma árvore que será plantada em maior quantidade, porém, os projetos contemplam o plantio de espécies do cerrado como o Ipê, Pequi e Farinha Seca, entre outras”, finaliza.

Foto: Divulgação

Melhora do clima

Lucas destaca que o reflorestamento e manutenção dessas porções de áreas verdes nos condomínios horizontais trazem benefícios que extrapolam os muros desses empreendimentos, impactando diretamente no microclima da vizinhança com redução da temperatura e aumento da umidade relativa do ar.

“Quando se tem um aumento da quantidade de árvores por perto, um novo microclima é criado e ele tende sempre a ser mais agradável. Os benefícios vão além da temperatura mais amena. Há também melhora nos índices da umidade relativa do ar”, esclarece o engenheiro ambiental.  Segundo ele,essas alterações do microclima ocorrem porque as árvores absorvem parte dos raios solares, evitando a elevação da temperatura, captam o CO2 (gás carbônico), liberam o oxigênio em forma vapor d’água e seguram a umidade do solo, o que causa a sensação de frescor.

O engenheiro ambiental revela ainda que as árvores têm muitas outras funções que a grande maioria das pessoas não se dá conta. De acordo com ele, as árvores são importantes filtros do ar nas cidades. “Elas fazem retenção de pó e de micro-organismos, controlam a velocidade dos ventos e diminuem o nível da poluição sonora”, conta.

Plantio

As árvores são as grandes estrelas dos projetos urbanísticos dos empreendimentos desenvolvidos pela construtora, tanto que cada um dos três condomínios da linha ParqVille que estão sendo construídos receberam nomes de árvores. Em Aparecida de Goiânia, a incorporadora lançou o ParqVille Pinheiros (na Região do Garavello), onde já foram plantadas 7.055 árvores; e o ParqVille Jacarandá (região central de Aparecida de Goiânia) já recebeu 1.755 árvores; já no ParqVille Quaresmeira, em Trindade, são 2.572 espécies.

“Esses números revelam a vocação dos nossos empreendimentos com projetos que levam qualidade de vida aos seus moradores de forma sustentável. E, não há qualidade de vida sem cuidados com o meio ambiente e preocupação com dia de amanhã. Por isso o plantio de uma árvore é uma ação para o futuro,  é bem mais que uma herança física que deixamos para próxima geração. É um exemplo de boas práticas que ecoa para o futuro”, avalia o incorporador e diretor da construtora, Eduardo Oliveira.

Fonte: Surgiu

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