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É necessário o uso de para-raios em condomínios

O Brasil é o país que possuí maior índice de raios no mundo. Para se precaver de acidentes com raios, é necessário que condomínios possuam o Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), chamados de para-raios. A responsabilidade pela manutenção dos para-raios é tarefa do síndico, que deve ser orientado por empresas especializadas para escolher o melhor para o local.  Condomínios que ainda não os possuem devem contratar um serviço autorizado para realizar a instalação.

O equipamento serve para a proteção dos moradores, e a falta dele pode trazer graves problemas, tanto aos condôminos quanto ao condomínio, como: Choque, queima de equipamentos, danos na estrutura do prédio, seguro inválido (quando é comprovado que o condomínio não tinha o SPDA), e até mesmo causar a morte de alguém por falta das devidas fiscalizações, já que com o equipamento instalado, quando é atingido por um raio, recebe a descarga elétrica, que passa do para-raios pelos cabos, até atingir o solo, lugar onde perde a força. Caso o contrário, facilmente uma descarga elétrica pode se despir pelo condomínio.

Pensando-se na segurança, a norma que rege o assunto ABNT 5419 foi atualizada em 2015.  Uma das atualizações feitas refere-se à vistoria; o que era feito anualmente passou a ser feito a cada seis meses.

Modelos de Para-raios

De acordo com uma empresa de engenharia de Belo Horizonte, os para-raios listados abaixo são os mais utilizados:

– Os Para-raios de Franklin: É o mais utilizado por ter eficácia de 90%. O modelo é composto por uma haste metálica, onde se situam os captadores, e um cabo de condução que vai até o solo, onde a energia da descarga elétrica é dissipada por meio do aterramento.

– Os Para-raios de Melsens: Possui a mesma finalidade do para-raios de Franklin, com a diferença de que esse modelo adota os princípios da gaiola de Faraday. Sendo assim, o estabelecimento é envolvido por uma armadura metálica (por isso o nome gaiola) e no telhado é instalada uma malha de fios metálicos com hastes de cerca de 50 cm. Tais hastes são as receptoras das descargas elétricas, e devem ser conectados a cada oito metros.

– Os Para-raios Radioativos: É facilmente distinguido dos outros modelos de para-raios, já que os captadores possuem formato de discos sobrepostos, ao invés das tradicionais hastes pontiagudas. O material radioativo mais utilizado para sua fabricação é o radioisótopo Américo-241.

É necessário que condomínios estejam cientes dos perigos que a falta do equipamento possa trazer, seguindo as devidas normas. O importante é zelar pelo produto e fazer as devidas manutenções.

Via CondoVox

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