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Como a eficiência energética e o conforto podem caminhar juntos?

A eficiência energética é um assunto em alta ao redor do mundo nos últimos tempos, e que merece atenção no Brasil. Diante do cenário energético do país, novas tecnologias vêm se tornando, a cada dia que passa, mais usadas no dia a dia.

Uma informação importante é que, segundo dos dados do Balanço Energético Nacional 2018, mais de 80% das fontes de geração de energia utilizadas são renováveis. O destaque vai para a hidrelétrica, que é a mais utilizada, mas também para a energia eólica e biomassa, que vêm crescendo nos últimos anos.

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia estima uma média de desperdício por ineficiência de cerca de 4600MW, o que equivale a uma usina de Belo Monte. Grande parte deste consumo é por parte dos prédios, e, consequentemente,  com aparelhos de ar-condicionado. Por isso, vem a dúvida: é possível ter uma produção de energia eficiente, sem deixar o conforto de lado?

Ao falar da climatização de ambientes, devemos levar vários aspectos em consideração, como o investimento inicial, custos operacionais, entre outros. Como é o ambiente em que serão instalados os aparelhos? Qual a potência necessária para climatizar o cômodo em que foi instalado? E quais as prós e contras da instalação de um sistema de ar-condicionado central? Estas e muitas outras perguntas podem – e devem – surgir na mente de quem vem se preparando para realizar essa melhoria em seu imóvel.

A tecnologia faz a sua parte ao possibilitar que os aparelhos atinjam níveis maiores de eficiência, tanto em carga plena como em carga parcial. E isso começa desde os seus projetos, que podem contar com reaproveitamento de calor, automação de uso para evitar desperdícios, entre outros aspectos, além dos materiais utilizados. Todo este esforço deve culminar na procura do consumidor por produtos mais energeticamente eficientes, que ajudem na economia de energia e a não desperdiçá-la.

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