No Rio de Janeiro, comemoramos o Dia do Síndico em 23 de abril. Para celebrar e homenagear esses profissionais que estão trabalhando conosco todos os dias, conversamos com alguns síndicos parceiros da Prohome sobre o seu dia a dia na função.

Paula Braga, do Condomínio Pátio Campo Grande, é síndica há 4 anos. “Eu escolhi ser síndica porque confiar na figura do síndico é difícil. Na época, eu tive alguns problemas com o prédio, e precisava de alguém com bastante disposição para resolver. Então me candidatei e comecei a atuar no cargo”. Ela também conta que sua maior dificuldade é em relação à participação dos condôminos, que, muitas vezes não acompanham a prestação de contas: “No meu entendimento, deveriam se integrar mais das contas do condomínio, para entender porque as coisas são feitas ou não”. Mas existe a parte gratificante: “Conseguir organizar o condomínio e ter o controle financeiro, tudo estar dentro das normas do prédio, a segurança e o reconhecimento dos condôminos que se interessam pela administração são as melhores partes de ser síndica”, completa.

A realizações em prol do condomínio também são a parte mais gratificante para Rosana Bazzo, síndica do Edifício Top Apart Service, que exerce a função há quase 3 anos: “Lidar com os condôminos pode ser difícil, já que são cerca de 120 pessoas com pensamentos diferentes, mas em 7 meses, conseguimos mais do que dobrar o caixa do condomínio. Em 2 anos, devemos ter um caixa bem consistente”.

Existem também as histórias de quem tem uma grande ligação com o condomínio. Para Fernando Gomes, do Mitte Residenz Icaraí, síndico há quase 2 anos, a escolha de ser o gestor foi muito natural: “O terreno era da minha mãe, eu sempre morei no imóvel e, por isso, escolhi ser o síndico. Cresci naquela rua e conhecia bem o ambiente”, conta. Ele também ressalta a importância da boa administração: “Antes, existia muita inadimplência, mas hoje este cenário está bem melhor. Além disso, é sempre bom poder fazer algo em prol do condomínio”.

Guilherme de Mendonça, que está na função há quase 2 anos, conta que não escolheu, mas foi escolhido para ser síndico: “Eu era gerente de projetos na Vila Olímpica, e, quando disse que ia sair, me ofereceram o cargo, para não sair do país”. Ele ainda conta que ser síndico vai além das questões mais sérias do condomínio: “Um dia, eu entrei na sala da administração, e, quando voltei à minha mesa, tinham 3 meninas de uns 6 ou 7 anos me esperando. Perguntei o que havia acontecido, e uma delas disse que a outra tinha chamado-a de gorda. Começaram todas a chorar, uma jogando a culpa na outra. Esta história é legal pois mostra que ser síndico é tratar de questões mais e menos sérias. É nosso dever tentar entender as aflições que atingem a cada um”.

Nós, da Prohome, gostaríamos de agradecer pelo excelente trabalho de nossos síndicos parceiros, e parabenizar a todos pela data especial. Seguimos juntos nesta caminhada!

 

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