Controle de pragas em condomínios

É comum que, na primavera, os animais se proliferem mais rápido, e isso inclui, infelizmente, baratas, ratos, cupins e outras pragas. Na matéria de hoje, resolvemos abordar o tema do controle de pragas em condomínios. Continue lendo e saiba mais sobre o assunto, a seguir!

O ideal é que a dedetização/controle de pragas seja feito a cada seis meses, ou que se estabeleça, com uma empresa do setor, um contrato fixo, sendo feita uma manutenção periódica, conforme o tempo estipulado pelo responsável e acordado com o condomínio.

Antes, porém, de fechar esse acordo com a empresa (ou qualquer outro que envolva dinheiro do condomínio), o síndico precisa fazer uma assembleia, levando a pauta para discussão e votação entre os condôminos. Então, só a partir daí, poderá contatar, de fato, a companhia responsável.

A melhor forma de combater esses bichos é fazer o controle antes do período de reprodução. Os meses de outubro e novembro são os mais indicados para ações preventivas contra a proliferação de algumas pragas urbanas, como formigas, mosquitos, baratas, ratos e cupins.

Por ser justamente esse o período em que ocorrem os acasalamentos e formação de novas colônias desses animais (primavera e início do verão), aconselha-se fazer a aplicação de inseticidas e raticidas antes que os bichos comecem a se multiplicar, ou seja, uma ação preventiva.

Depois que o condomínio escolhe uma empresa, avaliando o melhor custo-benefício, ela (empresa) deve realizar uma visita ao edifício, fazendo um diagnóstico preciso do local e avaliando qual a melhor estratégia a ser usada para o extermínio de cada praga encontrada e para a prevenção de todas.

A empresa contratada será a responsável por fornecer os equipamentos de proteção aos seus funcionários (e aos do condomínio, que, porventura, acompanhem os procedimentos), além de ter que dar instruções ao síndico e zelador sobre os locais a serem evitados (por poderem se tornar tóxicos e perigosos).

Antes da execução de qualquer serviço, deve-se avisar aos moradores (com, pelo menos, 48 horas de antecedência), explicando o que será feito e as áreas do condomínio que terão a circulação momentaneamente proibida. É importante ficar atento com as crianças e os animais de estimação.

Depois de a empresa realizar os serviços, o síndico deve prestar atenção na garantia oferecida (segundo a lei, de, no mínimo, 30 dias – mas as empresas costumam dar uma cobertura maior), chamando de volta a companhia caso algum imprevisto aconteça.

Esperamos que, com as informações que trouxemos no post de hoje, tenhamos te ajudado a lidar melhor com esse assunto, que pode ser muito chato e inconveniente, dependendo das proporções que tomar. Lembre-se que ações preventivas são muito mais baratas e eficientes que as corretivas.

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