Energia solar cada vez mais barata

Usar a energia do sol, captada através dos painéis solares, como energia elétrica nas casas, apartamentos e escritórios é cada vez mais comum, não é verdade?! Por isso, resolvemos trazer esse tema no post de hoje, com algumas informações úteis para quem quer ter essa opção. Confira abaixo!

Com a popularização dessa forma de captação de energia, ela se tornou mais barata (atualmente, os custos estão cerca de 80% mais baratos do que em 2010) e, segundo a Agência Energética Internacional, até 2050, estima-se que mais da metade de toda energia produzida no mundo virá do sol.

Hoje em dia, o método utilizado para produzir um wafer de silício (principal material dos painéis solares) de 200 microns (muito fino) gera um desperdício dessa mesma quantidade da matéria-prima – ou seja, tem-se o desperdício de metade do silício utilizado na produção.

Recentemente, uma nova forma de produção vem sendo desenvolvida, que pretende baixar (e muito) os custos dos painéis solares. A utilização de um acelerador de partículas (que corta o silício com muita precisão) reduz a utilização da matéria-prima (silício puro) em até 90%.

Com isso, a produção do wafer torna-se muito mais eficaz, produzindo-se cerca de 100 vezes mais, com a mesma quantidade de matéria-prima, além de muito mais barata (cerca de 60% de redução nos custos).

Portanto, essa tendência que, além de ecologicamente correta, diminui os custos do consumidor com energia elétrica, está ficando cada vez mais acessível, tanto pela sua popularização, como também pelo desenvolvimento de técnicas mais modernas e eficientes.

A energia solar, considerada uma energia renovável (que vem de recursos naturais, e, por isso, é naturalmente reabastecível) está mais comum nos prédios residenciais e comerciais brasileiros, substituindo as fontes não renováveis de energia.

Essa é uma prática que só tende a crescer ainda mais e, com isso, teremos um planeta mais limpo. Além disso, o aproveitamento da energia solar pode ser feito em qualquer tipo ou porte de construção brasileira.

Então, agora que você já sabe de tudo isso, caso seu condomínio não conte com esse recurso, sugira ao síndico que procure uma empresa especializada para saber valores e conversar com os outros condôminos sobre essa alternativa verde. Que tal? ☺

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