O conceito por trás das “cidades ativas”

Você já ouviu falar em cidades ativas? Essas duas palavras nos remetem à correria do dia-a- dia, estresse, trânsito, agitação e outras coisas do tipo, não é verdade?! Com a pressa e pressão cotidianas, as pessoas estão tendo estilos de vida cada mais menos saudáveis, já que andam muito preocupadas com o trabalho e outras fontes de estresse. Se identificou com o assunto?! Siga lendo o post de hoje!

O conceito das cidades ativas surgiu, justamente, com a intenção de aproveitar melhor as oportunidades escondidas nos lugares que frequentamos diariamente para ter hábitos mais saudáveis, mesmo com a correria que a gente enfrenta.

A inspiração para isso veio através do conceito americano de active design, que afirma que estilo de vida e nível de atividade física são resultados diretos da forma dos edifícios e do planejamento das cidades. Já parou pra pensar nisso?!

Para “ativar” uma cidade, é necessário, através de planejamento urbano, encontrar opções para que as pessoas possam ter hábitos mais saudáveis, como, por exemplo, dar a elas e oportunidade de escolher entre o uso do carro ou da bicicleta como meio de transporte.

Já que as cidades impactam diretamente a saúde das pessoas, ao possibilitar espaços seguros para a inserção de atividades físicas, as cidades (ativas) ajudam a melhorar a saúde de sua população. Assim como os governantes agem no planejamento e obras de sua cidade, um edifício bem planejado pela construtora faz toda a diferença.

Um condomínio que ofereça opções mais saudáveis aos seus moradores está intimamente relacionado ao conceito de cidades ativas. Algumas atitudes são, por exemplo, o planejamento correto para os locais das escadas e a preocupação em oferecer áreas comuns lúdicas para as crianças e confortáveis e funcionais para os adultos.

Para condomínios que já estão prontos também há algumas alterações que podem ser feitas, tornando-o mais ativo. Incentivar o uso das escadas do prédio é uma delas. A abordagem faz toda a diferença, então, capriche na criatividade (dica: espalhe cartazes dizendo quantas calorias, em média, o morador irá gastar em cada lance de escadas).

Se há salas ou salões disponíveis no condomínio que não são utilizados, que tal transformá-los em locais para atividades físicas? Aulas de dança, alongamento ou yoga são opções atraentes para os condôminos. E, se seu condomínio fica perto de algum parque ou outra área de lazer, que tal propor atividades ao ar livre, como caminhadas?!

Essas atitudes que sugerimos, e muitas outras, só trazem benefícios para quem as pratica! É bom para as pessoas, que melhoram sua saúde e qualidade de vida com seus hábitos mais saudáveis, e para o planeta, com a troca do carro pela bicicleta ou transporte público, por exemplo.

Agora só depende de você! Tá esperando o que para se tornar um cidadão mais consciente e ativo? Mude seus hábitos e espalhe essa corrente para as pessoas à sua volta! Todos só têm a ganhar!

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